1.
IDENTIFICAÇÃO DO GERADOR
Razão Social: Visa Resgional
Ltda.
Nome Fantasia: Clínica Visa
C.N.P.J / C.P.F.: 02.456.787/0001-76
Endereço: Rua Getulino Artiaga s/n esquina
com Rua 14 de julho
Bairro: Centro
Cidade: Anápolis
Fone / Fax: 62 33117370
E-mail: visanapolis@bol.com.br
Área Construída (m²): 120 m²
Área Total do Terreno (m²): 300 m²
Especialidades Odontológica:Periodontia
Data de início de funcionamento: 1995
Horário de funcionamento: 8:00 às 12:00 - 14:00
às 18:00
Número de pacientes atendidos por dia: 12
Número de funcionários:05
Equipe:
| Cargo |
Nome |
| Cirurgião-Dentista |
Luiz Eduardo Duarte Mendes |
| Técnico em Higiene Dental |
Maria Helena Pinto Calaça |
| Técnico em Higiene Dental |
Maria Helena Ferreira |
| Auxiliar de Consultório Dental |
Rosa Maria da Silva |
| Auxiliar de Serviços Gerais |
Mônica do Espírito Santo |
Responsável Técnico pelo Plano de Gerenciamento
de Resíduos:
(pode ser o responsável técnico pelo estabelecimento)
Nome: Carlos Pedro dos Santos
R.G.: 1.140.678 - SSP-GO
Profissão: Odontólogo
Registro no Conselho: 2233
Endereço residencial: Rua Goiás,
255
Bairro: Vila Nossa Senhora da Abadia
CEP: 75.120-675
Cidade: Anápolis
Estado: Goiás
Fone / Fax: 62 33117370
E-mail: visanapolis@bol.com.br
2.
OBJETIVOS
O
presente plano constitui-se de procedimentos de gestão, planejados
e implementados a partir de bases científicas e técnicas,
normativas e legais, com o objetivo de minimizar a produção
de resíduos e proporcionar aos resíduos gerados, um
encaminhamento seguro, de forma eficiente, visando à proteção
dos trabalhadores, a preservação da saúde pública,
dos recursos naturais e do meio ambiente.
3.
DEFINIÇÕES
O
PGRSS
a ser elaborado deve ser compatível com as normas locais relativas
à coleta, transporte e disposição final dos resíduos
gerados nos serviços de saúde, estabelecidas pelos órgãos
locais responsáveis por estas etapas.
1
- MANEJO:
O manejo dos RSS é entendido como a ação de gerenciar
os resíduos em seus aspectos intra e extra estabelecimento,
desde a geração até a disposição
final, incluindo as seguintes etapas:
1.1 - SEGREGAÇÃO
- Consiste na separação dos resíduos no momento
e local de sua geração, de acordo com as características
físicas, químicas, biológicas, o seu estado físico
e os riscos envolvidos.
1.2
- ACONDICIONAMENTO
- Consiste no ato de embalar os resíduos segregados, em sacos
ou recipientes que evitem vazamentos e resistam às ações
de punctura e ruptura. A capacidade dos recipientes de acondicionamento
deve ser compatível com a geração diária
de cada tipo de resíduo.
1.3
- IDENTIFICAÇÃO
- Consiste no conjunto de medidas que permite o reconhecimento dos
resíduos contidos nos sacos e recipientes, fornecendo informações
ao correto manejo dos RSS.
1.4
- TRANSPORTE INTERNO
- Consiste no traslado dos resíduos dos pontos de geração
até local destinado ao armazenamento temporário ou armazenamento
externo com a finalidade de apresentação para a coleta.
1.5
- ARMAZENAMENTO TEMPORÁRIO
- Consiste na guarda temporária dos recipientes contendo os
resíduos já acondicionados, em local próximo
aos pontos de geração, visando agilizar a coleta dentro
do estabelecimento e otimizar o deslocamento entre os pontos geradores
e o ponto destinado à apresentação para coleta
externa. Não poderá ser feito armazenamento temporário
com disposição direta dos sacos sobre o piso, sendo
obrigatória a conservação dos sacos em recipientes
de acondicionamento.
1.6
TRATAMENTO
- Consiste na aplicação de método, técnica
ou processo que modifique as características dos riscos inerentes
aos resíduos, reduzindo ou eliminando o risco de contaminação,
de acidentes ocupacionais ou de dano ao meio ambiente. O tratamento
pode ser aplicado no próprio estabelecimento gerador ou em
outro estabelecimento, observadas nestes casos, as condições
de segurança para o transporte entre o estabelecimento gerador
e o local do tratamento. Os sistemas para tratamento de resíduos
de serviços de saúde devem ser objeto de licenciamento
ambiental, de acordo com a Resolução CONAMA nº.
237/1997 e são passíveis de fiscalização
e de controle pelos órgãos de vigilância sanitária
e de meio ambiente.
1.7
- ARMAZENAMENTO EXTERNO
- Consiste na guarda dos recipientes de resíduos até
a realização da etapa de coleta externa, em ambiente
exclusivo com acesso facilitado para os veículos coletores.
1.8 COLETA E TRANSPORTE EXTERNOS -Consistem
na remoção dos RSS do abrigo de resíduos (armazenamento
externo) até a unidade de tratamento ou disposição
final, utilizando-se técnicas que garantam a preservação
das condições de acondicionamento e a integridade dos
trabalhadores, da população e do meio ambiente, devendo
estar de acordo com as orientações dos órgãos
de limpeza urbana.
1.9 - DISPOSIÇÃO FINAL
- Consiste na disposição de resíduos no solo,
previamente preparado para recebê-los, obedecendo a critérios
técnicos de construção e operação,
e com licenciamento ambiental de acordo com a Resolução
CONAMA nº.237/97.
4.
CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS
GRUPO A - Resíduos
com possível presença de agentes biológicos que,
por suas características, podem apresentar risco de infecção.
A4
– Recipientes e materiais resultantes do processo de assistência
à saúde, que não contenha sangue ou líquidos
corpóreos na forma livre.
- Peças anatômicas (órgãos e tecidos) e
outros resíduos provenientes de procedimentos cirúrgicos
ou de estudos anátomo-patológicos ou de confirmação
diagnóstica.
GRUPO
B - Resíduos químicos.
Resíduos contendo substâncias químicas que podem
apresentar risco à saúde pública ou ao meio ambiente,
dependendo de suas características de inflamabilidade, corrosividade,
reatividade e toxicidade.
-
Resíduos de saneantes, desinfetantes, desinfestantes; resíduos
contendo metais pesados. (Chumbo contido na embalagem do filme radiográfico).
- Efluentes de processadores de imagem (reveladores e fixadores).
- Restos de amálgama
GRUPO
C - Rejeitos radioativos.
Não são produzidos no Consultório Odontológico.
GRUPO
D - Resíuos comuns. Resíduos
que não apresentem risco biológico, químico ou
radiológico à saúde ou ao meio ambiente, podendo
ser equiparados aos resíduos domiciliados.
-
Papel de uso sanitário, absorventes higiênicos, sobras
de alimentos e do preparo de alimentos, resíduos provenientes
das áreas administrativas, resíduos de varrição,
flores, podas e jardins.
GRUPO
E - Materiais perfurocortantes ou escarificantes.
- Agulhas
descartáveis, brocas, limas endodônticas, pontas diamantadas,
lâminas de bisturi, instrumentais quebrados, etc.
5.
MEMORIAL DESCRITIVO
A
clínica apresenta os seguintes ambientes/resíduos
gerados:
| |
GRUPO A |
GRUPO B |
GRUPO D |
GRUPO E |
Sala
Clínica |
|
|
|
|
| Sala RX |
|
|
|
|
C.M.E. |
|
|
|
|
Recepção |
|
|
|
|
Escritório |
|
|
|
|
Laboratório |
|
|
|
|
Banheiros |
|
|
|
|
D.M.L. |
|
|
|
|
Escovódromo |
|
|
|
|
Copa |
|
|
|
|
Total Dia |
2 kg |
-- |
4 kg |
50gr |
Possui
ainda:
-
Escada de acesso
- Abrigo
externo fechado,branco e identificado para lixo hospitalar
- Abrigo externo aberto, não identificado para coleta do lixo
comum
6.
IDENTIFICAÇÃO E QUANTIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS
IDENTIFICAÇÃO
E QUANTIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS |
CÓDIGO
DOS RESÍDUOS |
DESCRIÇÃO |
PESO
(Kg/coleta) |
FREQUÊNCIA
COLETA
(Nº x por semana)
|
DESTINO
FINAL |
A |
Resíduo Infectante ou Biológico |
2 kg/dia |
5 |
Vala especial do Aterro Sanitário |
B |
Resíduo Químico - Farmacêutico |
- Amálgama -
Fixador
- Revelador
- Placas Chumbo
- Lâmpadas Fluor |
- 1x/mes
- 1x/Quinzenal
- 1x/Quinzenal
- 1x/dia
- 1x/mes |
-Pote hermético
-RDO
-Neutral/Esgoto
- Embalagem Orig
- Embalagem Orig |
| D |
Resíduo Comum |
4 kg/dia |
5 |
Aterro Sanitário |
E |
Materiais Perfurocortantes |
50gr/dia |
1x/mes |
Vala especial do Aterro Sanitário |
Grupo |
Símbolo de Identificação |
Cor da Embalagem |
| A |
|
Saco plástico Branco Leitoso |
| B |
|
Embalagem original ou embalagem específica |
| D |
|
Saco plástico Azul ou preto |
| E |
|
Embalagem rígida, resistente á punctura, ruptura
e vazamento, com tampa e identificada. |
| Obs: Não produz resíduos do Grupo
C. |
7.
MAPEAMENTO DOS RISCOS ASSOCIADOS AO RSS
| LOCAL |
RISCO FÍSICO |
RISCO QUÍMICO |
RISCO BIOLÓGICO |
RISCO ERGONÔMICO |
RISCO DE ACIDENTES |
| Recepção |
|
|
|
Postura Incômoda |
|
| Consultórios |
Ruídos |
Lesão por ácido |
Microrganismos |
Movimentos repetitivos Postura incômoda |
Manuseio de perfurocortantes |
| Arquivo |
|
|
|
Postura incômoda |
|
| Escovódromo |
|
|
|
|
Iluminação Inadequada |
| Sala de RX |
Radiações Ionizantes |
|
Microrganismos |
|
Iluminação Inadequada |
| C.M.E. |
Ruídos |
|
Microrganismos |
Movimentos repetitivos Postura incômoda |
Manuseio de perfurocortantes |
8 . MANEJO (Secgregação/Acondicionamento/Identificação)
O Manejo dos RSS é entendido como a ação de gerenciar
os resíduos em seus aspectos intra e extra estabelecimento,
desde a geração até a disposição
final. Inclui
a SEGREGAÇÃO/ACONDICIONAMENTO/IDENTIFICAÇÃO.
SALA
CLÍNICA
- Rotinas Adotadas
- Lixeira Branca(20L), com símbolo de substancia infectante,
acionada a pedal com saco branco leitoso para recolhimento do lixo
do Grupo A – Lixo contaminado. Após atingir 2/3 do volume
ou ao final do expediente, é retirado, vedado e colocada etiqueta
de identificação.
- Lixeira(20L) acionada a pedal com saco preto para recolhimento do
lixo do grupo D – Lixo comum.
- Lixeira individual colocada no equipo, com saco impermeável,
para recolhimento do material utilizado no paciente em atendimento
e descartado imediatamente após sua saída, na lixeira
do Grupo A.
- Caixa rígida (Descarpax), resistente à punctura, ruptura
e vazamento, com tampa, devidamente identificada para recolhimento
do lixo do Grupo E – Perfurocortante.
- Vidro com tampa rosqueável contendo água em seu interior
para recolhimento das sobras de amálgama.
- Pote de plástico rígido, resistente e estanques, com
tampa rosqueada e vedante para recolhimento do revelador radiográfico.
Embalagem original.
- Pote de plástico rígido, resistente e estanques, com
tampa rosqueada e vedante para recolhimento do fixador radiográfico.
Embalagem original.
- Vasilhame para recolhimento da placas de chumbo contidas no filme
radiográfico.
OUTROS
AMBIENTES
- (Copa/escritório/banheiros)
- Lixeiras(20L) acionadas a pedal com saco preto para recolhimento
do lixo do Grupo D – Lixo comum. Recolhido quando após
atingir 2/3 do volume ou ao final do expediente.
9 . TRANSPORTE INTERNO
Consiste no traslado dos resíduos dos pontos de geração
até local destinado ao armazenamento temporário ou armazenamento
externo com a finalidade de apresentação para a coleta.
-
O transporte interno é realizado em horários pré-estabelecidos
– após o término do atendimento matutino(12:00)
e após o término do atendimento vespertino(18:00).
- Quando necessário, por estar a lixeira com mais de 2/3 de
sua capacidade, o transporte é realizado após o término
do atendimento de um paciente.
- Os recipientes contendo restos de fixadores e reveladores radiográficos
são armazenados em armário fechado dentro do D.M.L.
até receberem o tratamento adequado.
- Devido ao pequeno volume gerado e pela proximidade do ponto de geração
e o armazenamento externo, não é realizado o armazenamento
temporário do lixo.
-
Como a coleta dos resíduos do grupo A é realizada somente
2x por semama, estes resíduos são armazenados em local
próprio dentro do D.M.L. nos dias em que não há
coleta externa.
- O lixo é transportado diretamente aos abrigos externos: abrigo
fechado identificado para o lixo hospitalar (contaminado) e abrigo
aberto para o lixo comum.
10 . TRATAMENTO
Consiste na aplicação de método, técnica
ou processo que modifique as características dos riscos inerentes
aos resíduos, reduzindo ou eliminando o risco de contaminação,
de acidentes ocupacionais ou de dano ao meio ambiente.
- Reveladores radiográficos: são submetidos ao processo
de neutralização e dispensados em esgoto comum. Fazer
controle com fita indicadora (PH entre 7 e 9).
Fórmula
usada para neutralização:
- Para 01 litro de revelador, adicionar:
- 10 litros de água
- 100 ml de vinagre comum.
-
Fixadores: São encaminhados em sua embalagem original à
RDO - Radiografia e Documentação Odontológica
(Rua Dona Doca 102 - Centro) para serem submetidos a processo de recuperação
da prata.
-
Resíduos de Amálgama – São acondicionados
em recipientes herméticos, com tampa rosqueável, sob
selo d'água e armazenados em local próprio.
-
Lixo perfurocortante: Após lacre de sua embalagem é
dispensado junto ao lixo do Grupo A. São rotulados como “lixo
biológico” e colocados em saco plástico branco
leitoso segundo normas da ABNT.
-
Placas de Chumbo: São armazenadas em vasilhame próprio
e revendidas.
-
As Lâmpadas Fluorescentes por não ter local para o devido
tratamento, são descartadas junto com o lixo comum.
11.
ARMAZENAMENTO EXTERNO
- Os resíduos do grupo A são armazenados em recipiente
fechado (caixa metálica branca com símbolo de sustância
infectante e com cadeado) localizada no passeio público.
Obs.: Esta solução foi adotada devido a absoluta impossibilidade
– prédio comercial com corredores estreitos e saída
direto para o passeio externo – de ser construído abrigo
de alvenaria conforme determina o item 15.10 da RDC 306/ 2004 ANVISA.
- Os resíduos do Grupo D são colocados,
devidamente acondicionados, em recipiente aberto localizado ao lado
do recipiente do Grupo A.
12. COLETA E TRANSPORTE EXTERNOS
GRUPO
A: Resíduos Infectantes
Responsável pelo transporte:
Prefeitura Municipal de Anápolis
Veículo utilizado: Caminhão destinado
a Resíduos Comuns - Uso exclusivo para resíduos infectantes
Freqüência de coleta: 2x por semana -
Terça/Sexta - 17:00 hs.
Tratamento: Não é realizado nenhum
tratamento. O conteiner externo é fechado com cadeado. Uma
chave fica com o caminhão de coleta e outra em nosso poder.
Destino Final: Vala especial do Aterro Sanitário
municipal.
GRUPO
D: Resíduos Comuns
Responsável pelo transporte: Prefeitura
Municipal de Anápolis
Veículo utilizado:Caminhão próprio para
resíduo comum com compactador.
Freqüência de coleta: 1x ao dia - período
noturno.
Destino Final: Aterro Sanitário municipal.
GRUPO B: Resíduos
Químicos - Fixador radiográfico.
Responsável pelo transporte: Responsável técnico.
Veículo utilizado: Veículo comum particular.
Freqüência de coleta: 1x mês.
Tratamento: Colocado em embalagem original.
Destino Final: RDO - Radiografia e Documentação
Odontológica - Rua Dona Doca, 102 - Centro - Anápolis
- Fone: 3321-3467 de onde é encaminhado para firma especializada
no tratamento destes resíduos.
13. SEGURANÇA OCUPACIONAL
- Todos os profissionais e auxiliares receberam treinamento específico
para capacitação e manuseio apropriado do lixo do consultório,
conforme curso realizado no SENAC – Anápolis no período
de 15 a 18/05/2004.
- São realizadas reuniões mensais para educação
continuada dos funcionários.
- Todos os profissionais utilizam EPIs apropriadas ao manipularem
os resíduos do Consultório (Luva, Bota, Uniforme, avental,
gorro e máscara).
- São adotadas CONDUTAS EM EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL
A MATERIAL BIOLÓGICO, conforme manual em anexo. Unidade de
Referência: Hospital Municipal de Anápolis.
-
Todos os funcionários possuem carteira de saúde e realizam
exames periódicos.
-
Todos os funcionários foram vacinados contra tétano,
difteria e hepatite B, conforme Carteira de Vacinação
e/ou exame de soroconversão. (NR-32).
14.
OUTROS PROCEDIMENTOS
•
Controle integrado de insetos e roedores: desinsetização
realizado 6/6 meses conforme notas fiscais anexas.
• Processos de higienização e limpeza:
- Limpeza geral diária antes de se iniciar o atendimento dos
pacientes.
- Após recolhimento dos resíduos é realizada
limpeza e desinfecção dosrecipientes de coleta.
- Desinfecção de superfícies após cada
atendimento
- Álcool 70% na cadeira e superfícies
- Desinfetante no piso.
- Instrumentais: processo padrão dentro da área suja
doa C.M.E.
• Qualidade da água
- Água da rede pública.
- Limpeza da caixa d’água: 6/6 meses conforme notas fiscais
anexas.
- Análise da água: 6/6 meses conforme resultados anexos.
• Esgoto: rede pública c/ tratamento.
15.
INDICADORES
Os seguintes indicadores serão produzidos com periodicidade
anual a partir dos dados obtidos desde o período de sua implantação
(jan/2007):
• Taxa de acidentes com resíduo pérfurcotantes
• Variação da geração de resíduos
• Variação da proporção de resíduos
do Grupo A
• Variação da proporção de resíduos
do Grupo B
• Variação da proporção de resíduos
do Grupo D
• Variação da proporção de resíduos
do Grupo E
Quando
da implantação do plano obtivemos os seguintes índices
Variação da geração de resíduos:
• Grupo A: 25%
• Grupo B: 20%
• Grupo D: 50%
• Grupo E: 5%
Os resíduos foram pesados durante uma semana e projetado a
quantidade mensal.
Anápolis, janeiro de 2006
Luiz Eduardo Duarte Mendes
Responsável
Técnico
CRO - 2030
OBS.: A parte teórica (definições/classificação) não precisa ser incluída no PGRSS.
Obs.:
Para recolhimento do lixo Hospitalar em Anápolis fazer solicitação
à GC AMBIENTAL, Av. Brasil Sul nº 3679 pelo telefone:
3313 3283 /
3313 3865 com Eulálio ou Alexandre.